Os advogados do ex-jogador Robinho, preso desde 2024 em São Paulo, tentam reduzir a pena de nove anos imposta pela Justiça da Itália pelo crime de estupro cometido em uma boate em Milão.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) analisa nesta semana uma ação na qual a defesa sustenta que a pena aplicada na Itália não deve ser cumprida integralmente no Brasil, alegando diferenças na dosimetria entre os dois países.
Segundo os advogados do ex-atleta, o STJ deveria reduzir a condenação para seis anos de prisão, o que permitiria a progressão do réu para o regime semiaberto.
O ex-atacante da Seleção Brasileira e do Milan está detido na penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo, desde 21 de março de 2024, após o STJ aprovar a homologação da condenação por nove votos a dois.
A ofensiva judicial do ex-craque de 42 anos também se estende ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o plenário virtual analisará a partir de sexta-feira (14) um pedido da defesa para reconsiderar um habeas corpus rejeitado em novembro passado.
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