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Feminicídios contra estudantes causam consternação na Itália

Feminicídios contra estudantes causam consternação na Itália

Mortes de jovens aumentaram pressão por tipificação do crime

ROMA, 02 de abril de 2025, 10:53

Redação ANSA

ANSACheck
Ilaria Sula e Sara Campanella foram assassinadas a facadas na Itália - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Ilaria Sula e Sara Campanella foram assassinadas a facadas na Itália - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Os assassinatos de duas jovens estudantes reacenderam o debate sobre a violência de gênero na Itália, enquanto o governo da premiê Giorgia Meloni, primeira mulher a governar o país, tenta aprovar um projeto de lei para tipificar o feminicídio no Código Penal.
    Ilaria Sula, de 22 anos, estava desaparecida desde 25 de março, em Roma, e seu corpo foi encontrado dentro de uma mala escondida em um bosque nos arredores do município de Poli, a 40 quilômetros da capital.
    A jovem estudava estatística na Universidade de Roma La Sapienza e vivia em uma república na "cidade eterna", e o ex-namorado dela, o estudante de arquitetura Mark Antony Samson, de 23 anos, confessou o crime após ser preso pela polícia.
    Os investigadores suspeitaram dele depois de analisar os registros telefônicos do celular de Ilaria, que teria sido usado por Samson após o desaparecimento. Ele foi levado a uma delegacia na madrugada desta quarta (2) e, ao longo do interrogatório, admitiu o assassinato e indicou o local onde havia escondido o corpo.
    Ele teria matado a ex-namorada a facadas em um apartamento e responderá por homicídio doloso e ocultação de cadáver, mas as circunstâncias exatas do crime ainda não foram divulgadas.
    "Não entendemos por que ele fez isso, só ele sabe", disse Leon, irmão mais novo de Ilaria. "Falei com ela pela última vez há duas semanas, mas ela estava tranquila e não me relatou problemas", acrescentou. Segundo Leon, a jovem e Samson namoraram por cerca de um ano, mas haviam terminado a relação.
    O outro caso que chocou a Itália nos últimos dias é o de Sara Campanella, estudante de técnicas biomédicas de 22 anos morta com uma facada na jugular em 31 de março, em uma rua de Messina, na Sicília.
    O também universitário Stefano Argentino, 27, foi preso poucas horas depois e admitiu o crime nesta quarta, porém não explicou o que o levou a cometer o assassinato. A suspeita é de que ele nutria algum tipo de obsessão amorosa pela vítima. "Não sei dizer se ele se arrependeu, ele é muito fechado", afirmou o ex-advogado de Argentino, Raffaele Leone, que deixou a função logo depois da declaração.
    Já a mãe e o namorado de Sara disseram que não sabiam que a jovem era perseguida. "Ela não parecia agitada, nunca me disse quem era essa pessoa e não me falava dele. Era muito reservada sobre isso", afirmou Antonino Fricano, companheiro da estudante, ao jornal La Stampa.
    Desde o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, a Itália já presenciou cinco homicídios envolvendo violência de gênero por parte de companheiros ou pretendentes das vítimas. "Primeiro Sara, depois Ilaria. Duas jovens vidas despedaçadas pela violência de quem dizia gostar delas", declarou a ministra da Universidade, Anna Maria Bernini.
    O governo italiano apresentou no início de março um projeto de lei que tipifica o crime de feminicídio e estabelece pena de prisão perpétua, mas a iniciativa ainda aguarda aprovação do Parlamento. "Os fatos dos últimos dias confirmam que essa batalha é prioritária", destacou a ministra da Igualdade de Oportunidades, Eugenia Roccella.
    "É urgente aprovar o quanto antes o projeto de lei para criar o crime de feminicídio. Somos todos instados a dar um sinal forte com uma aprovação unânime", reforçou a vice-presidente do Senado, Licia Ronzulli.
   

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