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Junta militar de Myanmar anuncia cessar-fogo temporário

Junta militar de Myanmar anuncia cessar-fogo temporário

Objetivo é garantir assistência após terremoto devastador

YANGON, 02 de abril de 2025, 12:47

Redação ANSA

ANSACheck
Pessoas fazem fila por comida em Sagaing, em Myanmar © ANSA/AFP

Pessoas fazem fila por comida em Sagaing, em Myanmar © ANSA/AFP

A junta militar que governa Myanmar desde o golpe de Estado de fevereiro de 2021 anunciou nesta quarta-feira (2) um cessar-fogo temporário no conflito com grupos rebeldes, na esteira do terremoto devastador que provocou quase 3 mil mortes no país asiático.
    Segundo uma nota oficial, a trégua ficará em vigor até 22 de abril, "com o objetivo de acelerar os esforços de socorro e reconstrução e de manter a paz e a estabilidade".
    O abalo sísmico de 7.7 na escala Richter ocorreu na última sexta-feira (28) e deixou 2.886 mortos, 4.639 feridos e 373 desaparecidos, de acordo com a junta militar chefiada por Min Aung Hlaing. Desde o terremoto, alguns grupos insurgentes que pegaram em armas após o golpe de 2021 suspenderam os combates, mas o Exército de Myanmar manteve as operações contra rebeldes, gerando críticas de organismos internacionais.
    Um comboio humanitário foi baleado por militares enquanto se dirigia para Mandalay, cidade mais atingida pelo tremor, segundo o Exército de Libertação Nacional de Ta'ang. Antes mesmo do terremoto, o país já contabilizava 3,5 milhões de pessoas deslocadas pelos conflitos, crise humanitária agravada pela catástrofe natural.
    Enquanto isso, Min Aung Hlaing participará em 3 e 4 de abril de uma cúpula de países da região na Tailândia para discutir a resposta ao terremoto.
    A missão será uma rara incursão internacional do chefe da junta militar, que, desde o golpe, viajou sobretudo à Rússia, maior fornecedor de armas para o regime, e à China, principal parceiro econômico de Naypyidaw.
    A participação do líder na reunião rompe a política das nações do Sudeste Asiático de isolar o regime militar em Myanmar devido aos entraves nas negociações para um plano de paz.
   
   

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