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Putin está 'pronto' para negociar com Zelensky, diz Kremlin

Putin está 'pronto' para negociar com Zelensky, diz Kremlin

Rússia admitiu que entrada de Kiev na UE é direito soberano

MOSCOU, 18 de fevereiro de 2025, 11:21

Redação ANSA

ANSACheck
Zelensky e Putin travam guerra desde fevereiro de 2022 © ANSA/AFP

Zelensky e Putin travam guerra desde fevereiro de 2022 © ANSA/AFP

O governo russo anunciou nesta terça-feira (18) que o presidente Vladimir Putin está pronto para conversar sobre a guerra em andamento com seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, e reconheceu que a entrada de Kiev na União Europeia é "um direito soberano".
    "Putin disse repetidamente que, se necessário, ele também estaria pronto para negociar com Zelensky", afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado pela Interfax.
    No entanto, segundo ele, a "legitimidade" do presidente da Ucrânia "continua sendo um fator desconhecido", tendo em vista que seu mandato como chefe de Estado terminou em maio de 2024 e ainda assim ele permaneceu no poder. Em guerra com a Rússia desde fevereiro de 2022, o país vive desde então sob efeito de Lei Marcial, que inviabiliza a realização de eleições no país.
    "A formalização legal dos acordos deve ser discutida em profundidade, dada a realidade de que há espaço para disputas sobre a legitimidade do próprio Zelensky", acrescentou.
    Para Peskov, uma "solução de longo prazo" para o conflito na Ucrânia é "impossível sem uma análise abrangente das questões de segurança no continente europeu".
    Além disso, o porta-voz do Kremlin reconheceu que a Rússia não tem nada contra a entrada da Ucrânia na UE e disse que "isto é o direito soberano de qualquer país".
    "Estamos falando de processos de integração econômica. Ninguém tem o direito de ditar a outro país como se comportar e não faremos isso", acrescentou.
    Porém, Peskov destacou que "é completamente diferente quando se trata de questões relacionadas à segurança, defesa e alianças militares. Nossa abordagem aqui é diferente e bem conhecida", concluiu o porta-voz russo.
   

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