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Governo Lula lamenta tarifas dos EUA, mas prega diálogo

Governo Lula lamenta tarifas dos EUA, mas prega diálogo

Brasil acusou Washington de violar compromissos perante a OMC

BRASÍLIA, 03 de abril de 2025, 09:36

Redação ANSA

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem ao Vietnã © ANSA/EPA

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem ao Vietnã © ANSA/EPA

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou, por meio de nota oficial, o aumento das tarifas anunciado nesta quarta-feira (2) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Washington decidiu impor uma tarifa adicional de 10% sobre todas as importações do Brasil.
    "O governo brasileiro lamenta a decisão tomada pelo governo norte-americano. A nova medida, assim como as demais tarifas já impostas sobre os setores de aço, alumínio e automóveis, viola compromissos dos Estados Unidos perante a Organização Mundial do Comércio (OMC)", diz o comunicado assinado pelos ministérios das Relações Exteriores e de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
    Segundo o governo brasileiro, os EUA registraram em 2024 superávits comerciais expressivos em relação ao Brasil - cerca de US$ 7 bilhões no comércio de bens e US$ 28,6 bilhões no setor de serviços.
    No entanto, apesar da crítica, o comunicado afirma que o Brasil "mantém-se aberto ao aprofundamento do diálogo estabelecido ao longo das últimas semanas com o governo norte-americano", com a expectativa de que as tarifas possam ser revertidas.
   

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