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Ataques mostram que Rússia não busca paz, diz Zelensky

Ataques mostram que Rússia não busca paz, diz Zelensky

Países concordaram com trégua no Mar Negro e em redes elétricas

ROMA, 26 de março de 2025, 08:47

Redação ANSA

ANSACheck
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky © ANSA/EPA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky © ANSA/EPA

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta quarta-feira (26) que os mais recentes ataques lançados pela Rússia são uma prova de que Moscou não está interessada em uma "paz verdadeira".
    A declaração chega no dia seguinte a um acordo mediado pelos Estados Unidos para um cessar-fogo em operações militares no Mar Negro e contra redes elétricas dos dois países em guerra.
    No entanto, horas depois do anúncio, as forças russas lançaram drones suicidas Shahed, de fabricação iraniana, contra diversas regiões ucranianas. Algumas aeronaves não tripuladas foram abatidas na província de Mykolaiv, que abriga um porto homônimo no Mar Negro, fechado desde o início da invasão.
    "Lançar ataques em larga escala após negociações de cessar-fogo é um sinal claro ao mundo inteiro de que Moscou não busca uma verdadeira paz", escreveu Zelensky no X.
    O presidente ainda lembrou que os Estados Unidos propuseram em 11 de março um cessar-fogo completo dos ataques por 30 dias, mas o regime de Vladimir Putin "continua dizendo 'não' à proposta de paz".
    Em pronunciamento nesta quarta, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, explicou que a implantação do acordo sobre a segurança da navegação no Mar Negro acontecerá depois que "uma série de condições forem cumpridas", como a retirada das sanções contra instituições financeiras envolvidas no comércio internacional de alimentos e fertilizantes.
    Por outro lado, Peskov assegurou que a "ordem de Putin" para interromper os ataques à rede elétrica ucraniana "segue em vigor e está sendo cumprida".
    Já o Ministério da Defesa da Rússia acusou Kiev de continuar os bombardeios contra "infraestruturas energéticas" do país, com o objetivo de "interromper os acordos russo-americanos" para tentar resolver o conflito.
   

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