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Assembleia Geral da ONU aprova resolução ucraniana sobre guerra

Assembleia Geral da ONU aprova resolução ucraniana sobre guerra

Texto apresentado por Kiev recebeu apoio da União Europeia

NOVA YORK, 24 de fevereiro de 2025, 14:43

Redação ANSA

ANSACheck
Proposta apresentada por Kiev recebeu 93 votos a favor e 18 contrários - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Proposta apresentada por Kiev recebeu 93 votos a favor e 18 contrários - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta segunda-feira (24) a resolução ucraniana, que recebeu apoio da União Europeia, sobre o fim da guerra no leste europeu, que completou hoje três anos.
    No pleito, a proposta apresentada por Kiev recebeu 93 votos a favor e 18 contrários, além de 65 abstenções.
    A resolução ucraniana é mais extensa em comparação com a entregue pelos Estados Unidos e menciona que a invasão em larga escala promovida pela Rússia "continua a ter consequências devastadoras" não só para a Ucrânia, mas também para outras partes do planeta e para a estabilidade global.
    O texto ainda menciona que as hostilidades de Moscou devem acabar e que as resoluções aprovadas anteriormente pela ONU precisam ser implementadas.
    Por outro lado, o documento americano sobre o conflito em Kiev também foi aprovado pela Assembleia Geral, mas com emendas propostas pela UE. A Itália, inclusive, votou a favor da versão alterada do texto.
    A resolução de Washington passou pelo pleito com 78 votos favoráveis, 16 contrários e 67 abstenções. A emenda russa à resolução americana, por sua vez, foi rejeitada com 71 nações votando contra e apenas 31 a favor.
    De acordo com a imprensa americana, poucas horas antes das duas votações, os EUA pediram que a resolução ucraniana fosse retirada do caminho. Eles ainda propuseram seu próprio texto, chamado "Caminho para Paz", que equipara as ações da Ucrânia às da Rússia e lamenta "a trágica perda de vidas no conflito".
    Os americanos também votaram na Assembleia Geral da ONU contra a resolução ucraniana apoiada pela UE.
    "Precisamos de uma resolução que sinalize o comprometimento de todos os Estados-membros em trazer um fim duradouro à guerra e a resolução dos EUA faz exatamente isso", disse a embaixadora americana, Dorothy Shea.
   

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