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Trump confirma que não há sobreviventes em acidente aéreo em Washington

Trump confirma que não há sobreviventes em acidente aéreo em Washington

Ele culpou gestões anteriores por má qualidade na aviação

WASHINGTON, 30 de janeiro de 2025, 16:17

Redação ANSA

ANSACheck
'Gestões anteriores priorizaram a política, eu, a segurança ', disse Trump © ANSA/AFP

'Gestões anteriores priorizaram a política, eu, a segurança ', disse Trump © ANSA/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quinta-feira (30) que o acidente aéreo envolvendo um avião comercial e um helicóptero militar em Washington, capital do país, na noite passada, não teve sobreviventes. O mandatário acrescentou que as autoridades estão "buscando respostas" e que a nação está "em luto" pelas vítimas.
    "Lamentavelmente, não há sobreviventes. Vamos descobrir o que aconteceu, estamos buscando respostas", afirmou em coletiva de imprensa na Casa Branca.
    O chefe de Estado ressaltou que "o helicóptero estava em uma péssima posição", causando o choque com o avião. Além disso, ele também disse que "os avisos [da torre de controle] foram dados tarde, segundos após a colisão", que derrubou as aeronaves no rio Potomac.
    O presidente confirmou que o número de vítimas é de 67 pessoas, das quais 64 estavam no avião operado pela PSA Airlines, subsidiária da American Airlines, e três, no helicóptero militar. No avião havia passageiros de outras nacionalidades, como da Rússia. As origens de todas as vítimas serão confirmadas "mais tarde", segundo o anúncio oficial.
    Trump ainda acusou as políticas para a diversidade "DEI (Diversidade, Igualdade e Inclusão) dos ex-presidentes democratas Barack Obama e Joe Biden na Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) pela colisão, sem apresentar provas.

  “Quero ressaltar que vários artigos apareceram antes de eu assumir o cargo. E aqui está um, o impulso de diversidade da FAA inclui foco na contratação de pessoas com deficiências intelectuais e psiquiátricas graves. Isso é incrível”, comentou.
    "Eu coloquei a segurança em primeiro lugar, eles, a política", acrescentou o presidente.
   

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