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Defesa de Bolsonaro critica delação e pede rejeição de denúncia

Defesa de Bolsonaro critica delação e pede rejeição de denúncia

Advogado negou envolvimento do ex-presidente com 8 de janeiro

BRASÍLIA, 25 de março de 2025, 12:31

Redação ANSA

ANSACheck
Bolsonaro durante manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro © ANSA/AFP

Bolsonaro durante manifestação em Copacabana, no Rio de Janeiro © ANSA/AFP

O advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro, Celso Sanchez Vilardi, defendeu a inocência de seu cliente diante da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) por tentativa de golpe e questionou a delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, que baseia boa parte da acusação.


    "Jair Bolsonaro é o presidente mais investigado na história do país, e não se achou absolutamente nada com o presidente", garantiu Vilardi em sua sustentação na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá se torna o ex-mandatário e outros sete acusados réus por uma tentativa de subverter o resultado das eleições de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva.


    "Nem o delator que o acusou [Cid] fez uma relação dele com o 8 de janeiro", salientou o advogado, em referência à invasão e depredação por parte de bolsonaristas no STF, no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto no início de 2023.
    "Eu entendo a gravidade de tudo o que aconteceu, mas não é possível que se queira imputar a responsabilidade ao presidente ou colocá-lo como líder de uma organização criminosa, quando ele não participou da questão do 8 de janeiro. Pelo contrario, ele a repudiou", declarou Vilardi, que pediu a rejeição da denúncia pela Primeira Turma do Supremo.
    Além disso, a defesa salientou que não há "nenhuma relação" de Bolsonaro com o plano "Punhal Verde Amarelo", suposta trama para matar Lula, o vice Geraldo Alckmin e o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, após as eleições.
    O advogado também questionou a delação de Cid, ex-ajudante de ordens e aliado próximo de Bolsonaro, afirmando que a colaboração foi modificada pelo tenente-coronel para se adequar à versão acusatória da Polícia Federal. "Não é o Estado que foi buscar as provas de corroboração; é o Estado que trouxe os indícios, e ele [Cid] se adequa a esses indícios", afirmou.
   
   

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