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Governo italiano pavimenta caminho para retomar energia nuclear

Governo italiano pavimenta caminho para retomar energia nuclear

Centrais atômicas do país foram fechadas há mais de 30 anos

ROMA, 28 de fevereiro de 2025, 15:19

Redação ANSA

ANSACheck
A premiê da Itália, Giorgia Meloni, defende investimentos em fusão nuclear - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

A premiê da Itália, Giorgia Meloni, defende investimentos em fusão nuclear - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

O governo da premiê da Itália, Giorgia Meloni, aprovou nesta sexta-feira (28) um projeto de lei que pavimenta o caminho para o país voltar a explorar a energia nuclear após mais de 30 anos.
    A Itália fechou suas centrais atômicas em 1990, fruto de um plebiscito realizado em 1987, na esteira do desastre de Chernobyl, na então União Soviética, mas agora o governo Meloni planeja voltar a aproveitar essa fonte por meio de pequenos reatores de última geração.
    O objetivo é reduzir a dependência do país de combustíveis fósseis importados e as emissões de gases do efeito estufa.
    "Hoje o governo aprovou uma importante medida para garantir energia segura, limpa e de baixo custo, capaz de assegurar segurança energética e a independência estratégica da Itália", disse Meloni em um vídeo publicado nas redes sociais.
    O texto será levado ao Parlamento, onde a base aliada tem maioria confortável, e empenha o governo a editar, em até 12 meses após a entrada em vigor do projeto, os decretos para disciplinar a produção de "energia nuclear sustentável em território nacional", bem como a "gestão de resíduos radioativos" e o "desenvolvimento e utilização da energia de fusão [nuclear]".
    A medida, no entanto, é criticada pela oposição e por ONGs ambientalistas. "As centrais nucleares a fissão são velhas e estão em declínio porque são muito caras e geram lixo altamente radioativo e perigoso por milhares de anos. É mais ecológico e economicamente conveniente descarbonizar a eletricidade apostando nas fontes renováveis", disse a coalizão "100% Rinnovabili Network".
    As usinas nucleares tradicionais utilizam a fissão para produzir energia, ou seja, a divisão dos átomos, processo que gera lixo radioativo e que exige pesados investimentos em segurança.
    Já a fusão, defendida por Meloni, mas ainda longe de ser viável comercialmente, consiste na união de núcleos atômicos através de sua compressão e aquecimento extremos, reproduzindo o que ocorre no coração das estrelas, que fundem átomos de hidrogênio em hélio e produzem quantidades astronômicas de energia.
   

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