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Disparos de mísseis aumentam tensão na Península Coreana

Disparos de mísseis aumentam tensão na Península Coreana

Pyongyang ainda fez exercícios com jatos militares na fronteira

SEUL, 06 de outubro de 2022, 10:45

Redação ANSA

ANSACheck

Coreia do Sul vem fazendo exercícios militares com os EUA - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

A tensão na península coreana voltou a aumentar nesta quinta-feira (6) com Pyongyang disparando mais dois mísseis balísticos e fazendo um exercício militar com 12 caças próximo à fronteira com a Coreia do Sul.

Segundo o Comando do Estado-Maior de Seul, "as nossas forças armadas reforçaram o monitoramento e a vigilância e estão mantendo a máxima prontidão em coordenação com os Estados Unidos".

Conforme a nota oficial, foram dois mísseis de curto alcance lançados da zona de Samsok em direção ao Mar do Japão, no segundo disparo só nesta semana. Na última terça-feira (4), foi disparado um míssil de médio alcance que sobrevoou o território do Japão.

Além dos mísseis, Seul informou que 12 jatos militares norte-coreanos voaram em formação em um "aparente exercício" próximo à fronteira área entre as duas nações. Por conta disso, a Coreia do Sul enviou 30 caças de seu exército para uma "ação combativa de resposta".

Em um comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores de Pyongyang, os norte-coreanos afirmam que os recentes testes e exercícios "são medidas de retaliação" contra os treinamentos militares conjuntos feitos por Seul e EUA na região nos últimos dias. Para a pasta, esses exercícios "aumentam as tensões militares na península".

O regime de Kim Jong-un ainda acusou Washington de provocar uma "grave ameaça à estabilidade" ao realocar o porta-aviões US Ronald Reagan nas águas a leste da Coreia do Sul. Já os EUA afirmam que o retorno da embarcação ocorreu, justamente, como uma resposta ao lançamento do míssil da última terça.

Nesta quinta-feira, a embaixadora norte-americana nas Nações Unidas, Linda Thomas-Greenfield, usou as redes sociais para falar sobre a crise. "A nossa mensagem à Coreia do Norte: chega com esse comportamento desproporcional, provocatório e que leva a uma escalada. Que voltem ao diálogo", escreveu.

A crise na região coreana voltou a se intensificar com a aceleração dos testes e do programa nuclear de Pyongyang neste ano. Além disso, Kim afirmou mais de uma vez que seu exército estava pronto para "aniquilar" os soldados do Sul e dos EUA.

Por sua vez, os norte-americanos aumentaram o ritmo dos exercícios militares conjuntos com Seul, mas afirmam que as medidas são para proteger a população sul-coreana de um possível ataque do Norte.

Já as conversas sobre a desnuclearização estão paralisadas e Pyongyang afirmou que não pretende retomá-las.
   

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