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Presidente da Itália defende papel de organismos internacionais

Presidente da Itália defende papel de organismos internacionais

Mattarella defendeu a paz, a democracia e os direitos humanos

MARSELHA, 05 de fevereiro de 2025, 15:56

Redação ANSA

ANSACheck
Mattarella defendeu paz, liberdade, democracia e direitos humanos em evento na França - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

Mattarella defendeu paz, liberdade, democracia e direitos humanos em evento na França - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS

O presidente da Itália, Sergio Mattarella, defendeu nesta quarta-feira (5) o trabalho das organizações internacionais como intermediadoras da paz, da liberdade e da democracia no mundo.
    A declaração ocorreu na esteira do posicionamento do recém-empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que decidiu retirar o país de diversos organismos.
    "Hoje se alarga o campo daqueles que consideram as organizações internacionais supérfluas ou mesmo prejudiciais aos seus interesses e pensam em abandoná-las. Interesses de quem? Dos cidadãos? Da população mundial? Não parece ser o caso", afirmou Mattarella durante um evento em Marselha, na França.
    Segundo o chefe de Estado, "as consequências destas escolhas, infelizmente, já estão escritas. Agora é a hora de agir: relembrando as lições da história".
    O presidente italiano lembrou os 80 anos de fundação das Nações Unidas, definindo-a como "uma verdadeira organização universal da história humana, que desde o início buscou a paz mundial, sem se esquecer do respeito aos direitos humanos e às liberdades fundamentais".
    Mattarella também abordou o papel da União Europeia como uma "defensora e patrocinadora dos direitos humanos, da democracia e do Estado de direito".
    "Quem pensa que estes valores são contestáveis deve saber que a Europa não trairá a liberdade e a democracia", acrescentou.
    Em apenas três semanas de governo, Trump retirou os EUA do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, da Organização Mundial de Saúde (OMS) e propôs a saída da população palestina da Faixa de Gaza. Além disso, o republicano ameaçou invadir a Groenlândia, tomar o canal do Panamá, proibir mulheres trans de participar de eventos esportivos, dentre outras medidas.
   

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