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Palestinos criticam plano de Trump para tomar Gaza

Palestinos criticam plano de Trump para tomar Gaza

Presidente dos EUA quer expulsar população do enclave

ROMA, 05 de fevereiro de 2025, 10:04

Redação ANSA

ANSACheck
Destruição no Hospital Al-Shifa, em Gaza, após bombardeios israelenses © ANSA/EPA

Destruição no Hospital Al-Shifa, em Gaza, após bombardeios israelenses © ANSA/EPA

Palestinos criticaram nesta quarta-feira (5) o plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a Faixa de Gaza, que prevê a expulsão da população local para transformar o enclave na "Riviera do Oriente Médio" e deixá-lo sob controle americano.
    "As declarações de Trump sobre seu desejo de controlar Gaza são ridículas e absurdas, e qualquer ideia desse tipo pode inflamar a região", declarou um porta-voz do grupo fundamentalista islâmico Hamas, Sami Abu Zuhri, à agência Reuters.
    Já o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, rechaçou "firmemente" o projeto do magnata republicano, apresentado em uma coletiva de imprensa ao lado do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu. "Não permitiremos que os direitos de nosso povo sejam pisoteados", declarou o chefe da ANP em um comunicado.
    A Turquia, por sua vez, afirmou que pensar na deportação da população de Gaza é uma "perda de tempo", enquanto a Arábia Saudita descartou normalizar as relações com Israel sem a criação de um Estado palestino independente.
    O governo da China também se opôs à "transferência forçada" dos moradores do enclave e reforçou a defesa da solução dos dois Estados, assim como a Espanha, cujo ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, disse que "Gaza é a terra dos palestinos".
    O vice-premiê e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, reforçou que Roma apoia a tese de "dois povos, dois Estados" e reiterou a disponibilidade de enviar militares para uma missão de reunificação de Gaza e Cisjordânia. A França reforçou que o destino de Gaza passa por um "futuro Estado palestino", e não pelo "controle por um país terceiro".
    Trump recebeu Netanyahu na última terça-feira (4) e afirmou que os palestinos devem "deixar Gaza para sempre e viver em paz em outros países". Segundo o presidente, os EUA assumirão o controle do enclave e serão responsáveis pela sua "reconstrução". "Gaza será a Riviera do Oriente Médio", salientou o republicano.
    Netanyahu destacou que o plano de Trump "vai mudar a história", enquanto o ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, de ultradireita, afirmou que o projeto vai abrir caminho para "sepultar definitivamente a perigosa ideia de um Estado palestino".
   

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