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Israel mantém tropas em 5 posições do Líbano; ONU critica

Israel mantém tropas em 5 posições do Líbano; ONU critica

Governo alertou contra violação de trégua pelo Hezbollah

BEIRUTE, 18 de fevereiro de 2025, 09:13

Redação ANSA

ANSACheck
Líbano condenou a presença de Israel em seu território © ANSA/AFP

Líbano condenou a presença de Israel em seu território © ANSA/AFP

As autoridades de Israel anunciaram nesta terça-feira (18) que suas tropas vão permanecer em cinco posições próximas da linha de demarcação da Organização das Nações Unidas (ONU) no Líbano.
    A confirmação foi feita pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, apesar do prazo para a retirada de suas forças, estipulado no acordo de cessar-fogo com o grupo xiita Hezbollah, ter sido encerrado hoje. Katz aproveitou para alertar e prometer resposta contra qualquer violação da trégua pelos militantes. Além disso, reforçou que as Forças de Defesa de Israel (FDI) vão aplicar "à força" o acordo de trégua no Líbano, segundo o jornal "Times of Israel".
    "A partir de hoje, o Exército permanecerá na zona de amortecimento no Líbano, controlando cinco postos estratégicos e continuará a agir de forma enérgica e intransigente contra quaisquer violações do Hezbollah", afirmou o ministro do governo do premiê Benjamin Netanyahu.
    De acordo com Katz, "o Hezbollah deve se retirar completamente para além da linha do rio Litani, e o Exército libanês deve fazer valer essa medida e desarmar sua presença sob a supervisão do mecanismo estabelecido sob a liderança dos Estados Unidos".
    Por sua vez, o Exército libanês anunciou que mobilizou suas tropas em vários vilarejos fronteiriços no sul do país, após a retirada das forças israelenses, depois do término do prazo estabelecido pelo acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah.
    Em comunicado à imprensa, as tropas do Líbano ressaltaram que unidades militares foram mobilizadas em cerca de 10 aldeias, "em coordenação com o comitê encarregado de supervisionar o acordo de cessar-fogo e com a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil)".
    Além disso, uma fonte de segurança libanesa afirmou que as FDI se retiraram de vilas fronteiriças, mas permaneceram em cinco posições, enquanto o Exército do Líbano está se retirando gradualmente devido à presença de explosivos em algumas áreas e danos às estradas.
    Desta forma, o Líbano condenou a presença de Israel em seu território, chamando-a de "ocupação". Um porta-voz presidencial disse que seu país tem o direito de usar todos os meios para garantir uma retirada completa de Israel.
    De acordo com ele, o Líbano também buscará a ajuda do Conselho de Segurança da ONU para "confrontar as violações israelenses e forçar Israel a se retirar imediatamente" Para a ONU, "qualquer atraso" na retirada israelense do Líbano viola a Resolução 1701" do Conselho de Segurança da ONU.
    O Exército israelense invadiu o sul do Líbano no dia 1º de outubro de 2024, no ápice da guerra de um ano com o Hezbollah, que lançou uma ofensiva em solidariedade ao Hamas.
    O acordo de cessar-fogo foi firmado em novembro passado e previa que as Forças de Defesa de Israel (FDI) deveriam ceder todas as suas posições na região às Forças Armadas Libanesas até 26 de janeiro, fim do prazo de 60 dias.
    No entanto, o governo Netanyahu disse, em 24 de janeiro, que a retirada poderia levar mais tempo do que o previsto no acordo e pediu aos Estados Unidos mais 30 dias para retirar suas tropas.
    O Hezbollah, por sua vez, rejeitou qualquer adiamento do prazo, porque "seria uma violação flagrante do acordo, uma violação contínua da soberania libanesa".
   

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